Classe C: o novo perfil do e-consumidor

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15/agosto/2011

A internet é um meio cada vez mais explorado por aqueles que querem comparar preços, comodidade e facilidades de pagamento no momento de adquirir um produto. E é exatamente por isso que a classe C consome tanto quanto as classes A e B juntas a cada compra virtual.
Segundo o levantamento da e-bit, das pessoas que compraram um produto pela internet pela primeira vez nos primeiros seis meses deste ano, 61% tem renda familiar igual ou menor a R$3 mil. No ano de 2009, 44,6% dos e-consumidores pertenciam, no máximo, à classe C.

Atualmente, esse número chegou a 46,5%, o que corresponde a novos cinco milhões de consumidores.
O consumidor da classe C prioriza compras de produtos eletrônicos e eletrodomésticos, ou seja, produtos que possuem um ticket médio maior, pois sabem que na internet encontram alguns benefícios, como explica Alexandre Umberti, Diretor de Marketing da e-bit: “O consumidor emergente tem ao seu lado o parcelamento, a percepção de preços menores e a comodidade”. Além disso, a credibilidade da internet aumentou devido às recomendações de amigos, familiares e das redes sociais como um todo, bem como a presença de grandes varejistas no universo online.
Ainda analisando esse público, 55% dos novos entrantes da classe C são as mulheres e, para o e-commerce em geral, a idade está entre 35 e 49 anos. Em relação às regiões em que eles estão concentrados, o sudeste detém 64%, seguida pelo Nordeste e pelo Sul, com 14% e 12%, respectivamente.

O que diferencia o consumo da classe C das classes A e B é a freqüência de compra, pois os emergentes compram produtos mais caros e com maior espaço de tempo. Já os consumidores do topo da pirâmide adquirem tanto estes itens de maior valor agregado, quanto os mais baratos como livros, CD’s, DVD’s e perfumes, com uma freqüência maior.

Com esse novo perfil de público descobrindo as oportunidades da internet, as empresas podem explorar mais o espaço virtual para ampliar a distribuição de seus produtos, apostando em um público cada vez mais conectado, disposto a gastar e compartilhar experiências com o e-commerce.

Fonte: Mundo do Marketing

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